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Desaprovação de Lula dispara e atinge 61%

O resultado coloca o petista sob forte pressão a pouco mais de seis meses do primeiro turno das eleições presidenciais.

Foto: Reprodução

A desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 61% dos brasileiros e chegou ao maior nível desde março de 2024, segundo pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. O resultado coloca o petista sob forte pressão a pouco mais de seis meses do primeiro turno das eleições presidenciais.

O levantamento indica que a avaliação pessoal do presidente é mais negativa do que a percepção sobre o governo federal. Enquanto 61% desaprovam o desempenho de Lula, a administração registra 57% de desaprovação e 37% de aprovação. Os números mostram um descolamento entre a imagem do chefe do Executivo e a avaliação da gestão como um todo.

A deterioração da popularidade se acentuou ao longo dos últimos dois anos. Em março de 2024, a diferença entre aprovação e desaprovação era de 11 pontos percentuais. Agora, esse intervalo chegou a 30 pontos, evidenciando o avanço da rejeição. No caso do governo, a diferença entre quem aprova e desaprova também cresceu, alcançando 20 pontos percentuais, o maior patamar desde o início do mandato.

Outro dado relevante aponta mudança na comparação com o governo anterior. Atualmente, 42% dos entrevistados afirmam preferir a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 32% consideram o governo Lula melhor. O cenário reforça o avanço da oposição e indica perda de vantagem política do atual presidente.

A pesquisa também mostra variações regionais. O presidente apresenta maior aprovação no Norte (39%) e Nordeste (40%), enquanto enfrenta índices mais elevados de desaprovação no Sul e Centro-Oeste, ambos com 68%. O levantamento ouviu 2.500 pessoas em 132 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Com alta rejeição, piora recente nos indicadores e perda de vantagem na comparação com o antecessor, Lula entra no período pré-eleitoral em um cenário mais adverso. Os dados sugerem maior competitividade na disputa e indicam que o presidente terá desafios para ampliar seu potencial de crescimento até o pleito.

Fonte: Informe Baiano

Natan Mobuto

Radialista/Locutor na empresa TVNBN

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