
O opositor venezuelano Edmundo González afirmou ser o presidente da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão internacional provocada pela operação realizada no sábado (3/1), que resultou na retirada de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, do território venezuelano.
Neste domingo (4/1), o governo de Cuba informou que pelo menos 32 cubanos morreram durante os ataques norte-americanos contra a Venezuela. Em comunicado divulgado nas redes sociais, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, decretou luto nacional de dois dias e classificou a ação como uma “agressão militar” dos Estados Unidos.
Segundo o governo cubano, os mortos eram combatentes que atuavam em missões a pedido de órgãos venezuelanos e integravam as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior de Cuba. As autoridades afirmaram que as mortes ocorreram durante confrontos diretos ou em decorrência de bombardeios a instalações atingidas pela ofensiva.
O comunicado oficial destacou que os combatentes “cumpriram honrosamente seu dever” e morreram após “feroz resistência” durante os ataques realizados na madrugada de 3 de janeiro de 2026.
A captura de Nicolás Maduro e de Cilia Flores foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com as informações divulgadas, Maduro foi levado para Nova York e está detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde aguarda julgamento por acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.
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